Quinta-feira, Dezembro 03, 2020
Joalharia

A história das jóias

Desde sempre, o Homem sentiu necessidade de enfeitar o seu corpo. Desde os primórdios, no tempo do Homo Sapiens, que se usavam pulseiras e colares feitos de osso, pedra, pele ou dentes de animal, madeira, pérolas ou conchas.

As jóias eram usadas com diferentes propósitos: Crenças e mitologia (as jóias eram usadas pelo povo Bizantino e Romano como símbolos religiosos); status social (como ainda hoje são); ou comunicação entre o grupo (em muitos lugares do mundo, algumas comunidades usavam jóias iguais para se identificarem dentro do grupo, como é o caso das civilizações indígenas e das tribos africanas). Na Idade Média, por exemplo, as jóias eram usadas para afastar o mal, e para distinguir o status social.

É difícil situar um ponto de partida na história das jóias, uma vez que o homem pré-histórico usava adornos corporais para se proteger, contudo, há um certo ponto da história em que o ouro se intensifica e passa a representar riqueza e status social, como aconteceu no Egipto. O ouro, à semelhança do que acontece nos dias de hoje, era acessível apenas para quem tinha poder e capacidades para comprar jóias. Como tal, as pessoas que ostentavam ouro no seu corpo eram ricas e poderosas. Neste lado do mundo, o ouro acompanhava os seus compradores em vida e em morte, pois todas as suas jóias eram sepultadas com eles.

Actualmente, as jóias continuam com os mesmos propósitos. Os anéis ou alianças vistosas continuam a definir, socialmente o status social do indivíduo. Quem usa anéis, colares ou pulseiras que chamam a atenção dos outros, inconscientemente, é rotulado como uma pessoa de poder.

O lado positivo é que, actualmente, podemos encontrar peças de joalharia de elevada qualidade a preços acessíveis para todos.

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